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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Brasil esta interessado no missil cruzeiro brahmos

A BrahMos Aerospace, joint-venture russo-indiana criada para o desenvolvimento de um míssil de cruzeiro supersônico (BrahMos) está em conversações avançadas com ao menos quatro países para vender o sistema militar, disse hoje (17) uma autoridade indiana.“Nós estamos em processo de obter as necessárias permissões (para as vendas)“, disse A. Sivathanu Pillai, presidente da BrahMos Aerospace na Defexpo 2010, feira de defesa que acontece esta semana em Nova Déli.
Um executivo sênior da empresa que pediu para não ser identificado afirmou que havia sérias negociações com a África do Sul, Brasil e Chile para uma versão naval do míssil, e com a Indonésia para a versão terrestre.
O BrahMos é considerado o mais rápido míssil de cruzeiro do mundo (cerca de 1 km por segundo), e cada unidade tem custo estimado de 3 milhões de dólares. Com desenvolvimento iniciado em 2001, seu alcance é de aproximadamente 280 km, com ogiva convencional de 200 kg.

Obama insiste na escalada armamentista



As autoridades romenas aceitaram a instalação dos mísseis «interceptores» norte-americanos no seu território, anunciou, dia 4, o presidente do país Traian Basescu.
Depois de a administração Obama ter desistido em Setembro último do polémico plano de escudo antimíssil, que a equipa do seu antecessor Bush queria instalar na Checoslováquia e na Polónia, eis que a Casa Branca recupera o projecto, tendo já obtido a aceitação da Roménia.Segundo revelou Traian Basescu, «a Roménia foi convidada oficialmente pelo presidente Barack Obama a participar no sistema de defesa antimíssil.
(…) Iremos acolher no nosso solo interceptores terrestres de mísseis balísticos de médio alcance, que deverão estar operacionais em 2015».
A nova administração recuperou também a justificação do projecto. Tal como Bush, afirma que se trata de proteger as tropas americanas na região e os países da NATO contra «as ameaças actuais e emergentes de mísseis balísticos com origem no Irão», declarou o porta-voz do departamento de Estado em Washington, Philip Crowley.
O presidente romeno fez ainda questão de salientar que «este sistema não está dirigido contra a Rússia», aludindo aos vivos protestos do Kremlin contra o anterior projecto, que considerava mais como uma nova arma apontada ao seu território do que contra uma «ameaça» iraniana.
Contudo, nem as declarações romenas e americanas nem o facto de o dispositivo ficar mais afastado das fronteiras da Rússia evitaram que o governo russo manifestasse a sua desaprovação. «Trata-se de uma questão muito séria que levantaremos junto dos nossos parceiros americanos e europeus», declarou o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov.

Mais sobre o fuzil britanico l129a1


Os L129A1 pesam 5kg, possuem um carregador para 20 projéteis e podem atingir alvos de forma letal a distâncias de até 800 metros.
Os rifles encomendados virão com um visor diurno Trijicom ACOG x6 e outro para uso noturno da Magnum Universal.
O atirador terá também à sua disposição um telêmetro laser.
Aparentemente, essas armas serão usadas por atiradores de elite do Exército Britânico,embora a nota informe que a compra foi realizada apenas em caráter complementar aos sistemas em uso, [ SA80A2 de 5,56 mm - Sistema Sniper de 8,59 mm ].
As armas usadas atualmente pelas forças terrestres britânicas no Afeganistão são as seguintes:
* Rifles de assalto SA80A2 de 5,56 mm;* Metralhadoras leves de 5,56 mm;
* Metralhadoras de emprego geral de 7,62 mm;* Espingardas calibre 12;
* Sistema Sniper de 8,59 mm (rifle de longo alcance para disparos de precisão);
* Sistema de Armas Javelin (sistema integrado de mísseis, tipo “dispare e esqueça”).
O Sharpshooter é muito capaz e foi comprado para cumprir um papel específico na linha de frente no Afeganistão.É uma arma versátil, que vai dar as unidades uma nova dimensão ao seu arsenal contudo, ao ser comprada para dar complemento as necessidades da força deixa assim claro que de forma alguma este tipo de arma [ fuzis calibre 7.62 ] pode ser descartada.

Sobre os problemas do Pandur 2



Os Pandur II são uma autêntica revolução para o Exército Português. Após décadas de utilização intensiva de veículos obsoletos Chaimite (construídos localmente pela Bravia, a partir de planos do Cadillac Gage Commando) e de APCs M113 a entrada ao serviço de números significativos das viaturas blindadas de rodas Pandur II poderia representar um aumento significativo de capacidade.
Mas nem tudo está bem com os Pandur II… E o Exército recusa-se a receber mais viaturas enquanto os problemas das viaturas não forem resolvidos. No total, Portugal deverá receber 240 viaturas Pandur II de oito rodas e metade já foi entregue, mas apresentam diversas anomalias e não haverá novas entregas até que estes problemas sejam resolvidos, por decisão do Exército.
Isso explica porque é que ainda nenhuma Pandur II foi enviada para uma das múltiplas missões de Portugal no estrangeiro, já que tal implicaria uma aceitação automática das viaturas. Os problemas reportados ao fabricante são graves, estando atualmente 59 das 120 viaturas em armazenamento em Alcochete aguardando reparação pelo fabricante, a Fabrequipa do Barreiro.
Fontes ligadas à empresa do Barreiro explicam os problemas com sucessivas alterações impostas pelo Exército aos Pandur, algo que recorda idênticas alegações quanto à relação da Marinha e os Estaleiros de Viana do Castelo a propósito dos patrulhões.

Grã-Bretanha esta preparada para defender as Malvinas

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Gordon Brown, afirmou nesta quinta-feira que seu país já fez “todos os preparativos necessários” para proteger sua soberania sobre as ilhas Malvinas (chamadas de Falklands pelos britânicos).
As declarações foram feitas em meio ao aumento da tensão diplomática com a Argentina na disputa pelo controle das ilhas.
“Fizemos todas as preparações que são necessárias para garantir que as ilhas Malvinas estejam adequadamente protegidas”, disse o premiê.
Apesar disso, Brown disse que não planeja o envio de um reforço militar à região e que espera que prevaleçam as “discussões sensatas” com a Argentina.
Um decreto do governo argentino na terça-feira determinou a exigência de que todos os barcos que transitarem entre o país e as Malvinas peçam autorização prévia às autoridades argentinas.
A medida foi anunciada após o governo britânico ter autorizado, no começo de fevereiro, o início da exploração de petróleo na região nesta semana.
A disputa sobre as ilhas Malvinas, sob controle britânico desde 1833, já foi objeto de uma guerra em 1982, quando os argentinos foram derrotados após tentarem uma invasão.

Reforço

O Ministério da Defesa britânico negou relatos publicados pelo tabloide britânico The Sun de que estaria ordenando o envio de um reforço naval para as Malvinas.
Em uma entrevista à BBC nesta quinta-feira, o deputado William Hague, ex-líder do Partido Conservador (oposição) e atual porta-voz do partido para assuntos de Defesa, defendeu em entrevista à BBC o aumento da presença naval britânica na região.
“Algum tipo de presença naval maior – pode ser somente um navio em visitas regulares -, este tipo de coisa mostraria claramente à Argentina – com quem, novamente, queremos manter relações amistosas – que estamos firmes em relação a isso”, disse Hague.
“Seria um sinal para que não interpretassem mal as intenções britânicas. Uma das coisas que deram errado nos anos 1980 foi que os argentinos acharam que nós não estávamos realmente comprometidos com as ilhas Falklands. Então, não podemos cometer o mesmo erro novamente.
Nosso comprometimento deve ser muito claro”, afirmou.
O Ministério da Defesa britânico afirmou que não necessita aumentar sua presença na região por já contar com uma presença permanente que inclui quatro navios e mais de mil soldados estacionados nas ilhas.
A presença britânica foi reforçada após a guerra de 1982, que resultou na morte de 649 soldados argentinos e de 255 britânicos.

Esquadrão Flecha: 6 anos vigiando nossos ceus



O Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação (3º/3º GAV), Esquadrão Flecha, começou a ser equipado com o A-29 Super Tucano em maio de 2006. Moderno, rápido, com poder de alcance superior e carregando um sofisticado sistema de armamento, o A-29 Super Tucano propicia uma vigilância ainda mais eficiente do espaço aéreo brasileiro.
Esquadrão Flecha de Campo Grande completa 6 anos vigiando nossos céus.
A sirene toca em um hangar na Base Aérea de Campo Grande. Em poucos minutos, um A-29 armado decola. A missão é interceptar uma aeronave que está voando sem identificação na região. Após seguir as orientações dos controladores da Defesa Aérea, o A-29 está lado a lado com o avião suspeito. O piloto militar passa instruções para e pede para que ele o acompanhe até uma pista onde autoridades policiais estão prontas para realizar a investigação.
Essa foi a rotina que se repetiu inúmeras vezes nos últimos seis anos com os militares do o 3º/3º Grupo de Aviação (GAV), conhecido como Esquadrão Flecha, responsável pela vigilância do espaço aéreo brasileiro.
No dia 11 de janeiro, os Flechas completaram 6 anos de existência. E as comemorações, contaram com uma solenidade militar na Base Aérea de Campo Grande, com a presença de diversas autoridades civis e militares.
Neste período, o Esquadrão Flecha contribuiu para que o tráfego sem controle na região, principalmente nas fronteiras com o Paraguai e Bolívia, diminuísse cerca de 50%.
Composto por cerca de 140 homens e 16 aviões A-29 Super Tucano, os Flechas fazem parte da família dos "terceiros", que conta com o 1º/3º GAV, Esquadrão Escorpião, sediado na Base Aérea de Boa Vista, e o 2º/3º GAV, Esquadrão Grifo, instalado na Base Aérea de Porto Velho. Juntos, eles praticamente fecham o espaço aéreo nas fronteiras das regiões Norte e Centro-Oeste.
A atuação do Esquadrão Flecha acontece em parceria com outras unidades da Força Aérea. Uma delas é o 2º/6º GAV, sediado na Base Aérea de Anápolis, e que opera as modernas aeronaves R-99, equipadas com potente radar que detecta qualquer tipo de vôo, a qualquer altitude, num raio de 400 km. Além desse esquadrão, conta com o apoio do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Jaraguari (DTCEA-JGI), que possui um radar de solo com grande alcance. Essas Unidades auxiliam na interceptação dos tráfegos desconhecidos, orientando o piloto do Esquadrão Flecha em sua missão.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Modernizaçao dos lvtp-7 argentinos


A empresa argentina Mecatrol S.A. continua realizando a modernização e repotencialização dos blindados anfíbios LVTP-7 (designados VAO na Infantería de Marina de La Armada Argentina, IMARA) utilizados pelos fuzileiros navais. Cinco exemplares já foram entregues à força, um deles sendo a viatura de recuperação LVTR-7. Devido ao êxito obtido, pretende-se agora modernizar os 18 veículos existentes, e não mais os 11 anteriormente pretendidos. A modernização consta basicamente de: substituição do motor original GM V8 a gasolina e 400hp por um Caterpillar C7 de seis cilindros em linha, a diesel e 455hp a 2.800rpm; troca de todo o sistema elétrico; e adaptação de um novo tanque de combustível (o anterior, no formato do casco, facilmente se fissura e apresenta vazamentos quando aquele sofre alguma deformação). A empresa está também modernizando e modificando os 36 veículos Panhard VTT antiaéreos e H90 Lynx, dotando-os de um novo motor e novas rodas (de tipo mais convencional e de fácil obtenção no mercado civil). (Juan Carlos Cicalesi e Santiago Rivas)