
Enquanto a FAB vive a novela da licitação dos 36 caças de combate, a Marinha navega sem amarras no reequipamento de suas frotas. Depois dos submarinos, a força naval abriu concorrência para a compra de cinco navios-patrulha oceânicos. Estão na disputa oito fabricantes: o francês DCNS, o italiano Fincantieri, o britânico BAe, o chileno Asmar, o coreano Daewoo, o espanhol Navantia e os dois alemães, Thyssen e Fassmer. Os navios devem ter velocidade superior a 20 nós, canhão de 76 mm e e operar com helicópteros Linx, Pantera ou Esquilo. Os preços variam de US$ 30 milhões a US$ 100 milhões.
Dizia um almirante em 1982, logo após o conflito das Malvinas: "_a nossa marinha de guerra não dá conta nem de 40% de nossa costa, em caso de defesa!!"
ResponderExcluirSerá que ainda está assim?